BlogTour (+ Resenha): RoomHate

Sabe quando você percebe que as coisas estão melhorando? Quando chega um e-mail na sua caixinha dizendo que o blog foi selecionado para mais um blogtour! Nossa, nem dá pra descrever o quanto fico feliz com essas coisas. Pode parecer besteira, mas pra mim é tão legal 😀 E hoje, é o nosso dia de participar do blogtour de RoomHate, o novo livro da linda Penelope Ward. Eu venho acompanhando os lançamentos dela desde o primeiro, sabe como é, e é outra autora que adoro pra vida

Ele foi lançado dia 15 de fevereiro e nós recebemos alguns teasers para deixar vocês com um água na boca 😉

“Vamos apenas dizer que… tocar violão não foi o único talento que ele aperfeiçoou nesse tempo.”
“- Tentação é natural. Isso não quer dizer que você deve seguir em frente. Ele parecia estar ponderando suas próprias palavras em uma tentativa de se convencer sobre o fato.”

Agora que já aticei um pouco a curiosidade de vocês, podemos partir para a resenha! (prometo que não tem spoiler nenhum)

“Compartilhar uma casa de veraneio com um cara gostoso deve ser um sonho, né? Não quando esse cara é Justin… a única pessoa que eu já amei… e que agora me odeia.”

Esse comecinho da sinopse é o suficiente pra você entender sobre o que o livro vai ser. Quando a vó de Amelia morre, ela se vê numa enrascada. Sua avó deixou metade da sua casa de veraneio em uma ilha como herança para ela, mas a outra metade é de Justin, um menino que sua avó ajudava a cuidar.

Quando Amelia e Justin eram crianças, eles eram inseparáveis. Cúmplices, eles eram melhores amigos. Porém ela sempre teve sentimentos mais profundos pelo lindo menino que sabia tocar violão. Sentimentos que iam além da amizade. Porém, com medo de perder essa cumplicidade, quando seu mundo desaba, a única coisa que ela conseguiu fazer foi fugir. Deixando seu amor para trás, sozinho, para colher os cacos de seu próprio coração. Agora, anos mais tarde, eles se veem dividindo uma casa próxima ao mar. Amelia quer tanto tentar arrumar o estrago que causou, mas Justin não quer saber dela. Suas respostas são sempre atravessadas, isso quando ele se dá ao trabalho de responder. E, para dificultar ainda mais o caso de Amelia, ele vai passar o verão na casa junto de sua namorada, Jade.

“O jeito que seus dedos se moviam pelo violão sem esforço era quase um rival para o tom sexy em sua voz. As mulheres estavam começando a deixar suas mesas, jogando dinheiro aos seus pés. Elas realmente estavam achando que ele iria começar a se despir se dessem dinheiro suficiente?”

Justin e Amelia soltam faíscas o livro todo, afinal ele a odeia agora. Amelia é uma mocinha tipicamente boazinha, bem educada. Nada muito inovador aí. Mas a construção do personagem do Justin foi feita com tudo que eu mais gosto: um cara lindo, que não mede o que fala e que de quebra é músico. Quando ele canta pra Amelia a música “She likes to watch” (não posso falar detalhes sobre essa cena, mas certeza que quando chegarem nessa parte vão lembrar de mim), eu não consegui conter os risos. É genial!

Terminei de ler esse livro em menos de 24hrs porque ele é simplesmente viciante! Isso é uma coisa que amo nos livros da Penelope. Eles não são complicados, nem enrolados para ler. Ele não tem reviravoltas mirabolantes, mas é uma caminhada tão gostosa de se acompanhar. E os protagonistas masculinos que ela escreve são sempre um sonho, dignos de causar ressacas literárias épicas. Eu me apaixonei e agora vou levar um tempinho pra conseguir superar a falta que ele vai fazer.

starNota3

Sinopse:

From New York Times Bestselling Author, Penelope Ward, comes a new standalone novel.
Sharing a summer house with a hot-as-hell roommate should be a dream come true, right?
Not when it’s Justin…the only person I’d ever loved…who now hates me.
When my grandmother died and left me half of the house on Aquidneck Island, there was a catch: the other half would go to the boy she helped raise.
The same boy who turned into the teenager whose heart I broke years ago.
The same teenager who’s now a man with a hard body and a hardass personality to match.
I hadn’t seen him in years, and now we’re living together because neither one of us is willing to give up the house.
The worst part? He didn’t come alone.
I’d soon realize there’s a thin line between love and hate. I could see through that smug smile. Beneath it all…the boy is still there. So is our connection.
The problem is…now that I can’t have Justin, I’ve never wanted him more.

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Ainda não foi o suficiente? Que tal um trechinho?? Por questões de copyright, vou deixar ele em inglês.

RoomHate Excerpt (Copyright © 2016 by Penelope Ward)

His eyes darted to the side, and he noticed me standing there. We just stared at each other. It was ironic, but the only times I could ever feel the remnants of our old connection were in fleeting moments of silent eye contact. Sometimes moments of silence spoke the loudest.

I left him alone again, making my way back down the hall and into the restaurant to tend to the customers I’d been ignoring.

Things really started to get busy. Without Jade working tonight, we were short-staffed, and I was having a hard time keeping up with the orders. Sandy’s had indoor and outdoor seating. Normally, I would only be working one section, but tonight I was going back and forth between the two.

It was nice out, so I knew they would have Justin performing outside. I kept glancing over to the small stage to see if he was there. It was past eight, and he hadn’t made an appearance yet.

Sometime close to eight-thirty, I was in the middle of serving a large party of ten when I first heard it: the chilling sound of a soulful voice that was not familiar in the least. He gave no introduction. No warning. He just started to sing out the first few words, followed by the strum of his guitar. The song that Justin had chosen to start with was a cover of Ain’t No Sunshine by Bill Withers.

The entire room soon quieted down, and all eyes were on the stunning blond male specimen with the spotlight shining down on him. Despite the fact that I was carrying a large round tray of dirty dishes, I couldn’t move. The vibration of his thick, smoky singing voice had completely paralyzed me, penetrating my body and soul.

Aside from the lone teardrop that fell the night he lost it on me during steak dinner, I hadn’t shed any more tears—until now. It was all too much. Hearing how different his voice sounded, how he’d trained it over the years, was a wake-up call as to how much I had missed. All of the hours of practice that must have gone into honing that beautiful voice, and I wasn’t there for any of it. The guilt, the emotions, the reality of a decade gone…everything started to pummel me at once. Not to mention the song—about a girl leaving. It probably had nothing to do with me, but in my mind, it sure as hell felt like it did.

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6 comentários em “BlogTour (+ Resenha): RoomHate

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